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Deputados definem frete mínimo para o transporte rodoviário

Deputados definem frete mínimo para o transporte rodoviário

O projeto do deputado Assis do Couto (PDT-PR), que define uma política de preços mínimos para o setor de transporte de cargas, foi aprovado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania no dia 20/6. O texto aprovado segue para análise do Senado.

Proposta determina que nos meses de janeiro e julho o Ministério dos Transportes defina, com base em proposta da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT), valores mínimos por quilômetro rodado para o frete cobrado no transporte rodoviário de cargas .

O projeto já prevê valores mínimos até que o Executivo regulamente a norma. Neste caso, vale R$ 0,90 por quilômetro rodado para cada eixo carregado, no caso de cargas refrigeradas ou perigosas, e de R$ 0,70, nos demais tipos de cargas. Para fretes considerados curtos, ou seja, em distâncias inferiores a 800 quilômetros, valores são acrescidos em 15%.

Relator na CCJ, o deputado Valtenir Pereira (PMDB-MT) propôs emenda para excluir do texto a previsão de penalidades pelo desrespeito aos valores mínimos previstos. “Parece-me equivocada a menção a penalidades, uma vez que o poder de regulamentar é de inteira competência do Poder Executivo”, disse Pereira.

O texto prevê que a definição de preços mínimos deverá levar em conta, prioritariamente, a oscilação do valor do óleo diesel e dos pedágios na composição dos custos do frete.

Ainda segundo o texto, os preços mínimos serão definidos com a participação de sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas, além de representantes das cooperativas do setor.

O projeto estabelece uma reserva de mercado para cooperativas de transporte rodoviário de cargas, que passarão a responder por, no mínimo, 40% do volume de carga transportado pelo governo federal por meio de rodovias.

Também ficou definido que, quando o frete for realizado por transportador autônomo, a remuneração de empresa transportadora não poderá ser superior a 5% do valor pactuado com o proprietário da carga, em caso de transportador-agregado, e de 7% quando o transportador for independente.

Fonte: Transporta Brasil

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Brasileiros apostam cada vez mais na compra de carros usados

Brasileiros apostam cada vez mais na compra de carros usados

Pesquisa revela que 78% dos brasileiros pensam em comprar um carro usado em sua próxima aquisição.

Um estudo muito útil para entender a dinâmica do mercado automotivo brasileiro foi revelado nesta segunda-feira (2). Trata-se do levantamento de Intenção de Compra de Veículos promovido pela J.D. Power em parceria com o iCarros.

A pesquisa entrevistou 6.738 pessoas e nos trouxe algumas conclusões interessante. A mais relevante delas é que 78% dos participantes revelaram o desejo de comprar um carro usado, enquanto apenas 22% iriam optar por um automóvel novo. Em que pese o fato dos participantes serem os frequentadores de um site de classificados, o resultado não deixa de ser revelevante e mostra um traço marcante sobre a opção de compra dos brasileiros.

Ainda segundo o estudo, entre os consumidores que pretendem adquirir um carro usado, 55% mostraram-se dispostos a gastar até R$ 40.000. Já entre aqueles que vão optar por um carro novo, 63% revelaram que podem pagar mais de R$ 40.000. A maior parte das aquisições (68%) devem ocorrer por meio de financiamentos.

Entre os quesitos decisivos na escolha do próximo carro, a qualidade figuram em primeiro lugar na pesquisa realizada pela J.D. Power e o iCarros com 50% da preferência dos entrevistados. Em segundo lugar figura o conforto com 45% e a reputação da marca com 39%. “O estudo mostrou que qualidade e conforto são os quesitos prioritários em todo país. A reputação da marca foi o terceiro item mais mencionado pela maioria das regiões, com exceção ao Norte do país onde os consumidores pontuaram o consumo de combustível como terceiro quesito a ser analisado”, destaca o comunicado da J.D. Power e do portal iCarros.

A Chevrolet figura como a marca mais lembrada pelos consumidores, com 20% de representatividade. Em segundo lugar ficou a Fiat com 17% e a Volkswagen com 13%. Ford, Honda e Toyota aparecem logo em seguida com 7% seguidas pelas Hyundai e Renault com 6% cada e a Nissan e a Citroën com 2%. Segundo os analistas, a Chevrolet caiu 3 pontos percentuais e a Fiat e a Volkswagen registraram uma redução de 1 ponto percentual no quesito, “o que reflete uma maior pulverização entre as marcas do mercado”.

Fonte: Autoo

Fonte: Fenauto

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Retomada do comércio de caminhões é a aposta da 21ª Fenatran

Retomada do comércio de caminhões é a aposta da 21ª Fenatran

Montadoras investem em tecnologia a bordo e tratamento em pós-venda diferenciado.

A 21ª edição da Fenatran teve início, para o público, nesta segunda-feira (16) e segue até esta sexta (20), com a presença de nomes como Peugeot, Volvo, NAM (do grupo Volkswagen), Mercedes-Benz, Ford, Scania, DAF e Iveco. O salão aposta em diversas novidades, até mesmo com novos segmentos, para ajudar na retomada do setor de caminhões no mercado, que já vem mostrando sinais de melhoras este ano.

Entre as soluções apresentadas estavam conduções semi-autônomas e até mesmo o ingresso em novas categorias, como é o caso da DAF, que levou três novidades para a Fenatran. Entre elas as CF 85 e XF 105 para operações de cana e madeira, ambas 6×4 e que se encaixam no segmento off road. As vendas já estarão disponíveis a partir de 2018, nas concessionárias. Para aqueles que já quiserem garantir o modelo, comercialização já acontece durante a feira, no estande da marca. A DAF também investiu em novas lojas, uma em Uberlândia e uma em Chapecó.

Para a Volvo o foco é na tecnologia para ajudar o meio ambiente. “Passamos por mais mudanças nos últimos cinco anos do que nos últimos 20”, afirmou o diretor executivo da Volvo, Martin Lundstedt. Para a montadora, o transporte viário continuará sendo o principal entre desenvolvimento e ecologia. Entre outras novidades, a Volvo está apresentando o Assistente de Direção para caminhões e, sua mais nova atração, o VM Autônomo, produzido para reduzir a praticamente zero as perdas de produtividade geradas pelo pisoteamento de brotos de plantas durante a colheita.

Em comemoração aos 90 anos da Volvo, a marca levou para a Fenatran a série Performance Edition FH. A família exclusiva terá apenas 40 unidades do modelo FH450 6×4 e do FH460 6×2. As edições especiais chegam com suspensão pneumática, carenagens laterais e defletores, além de spoiler dianteiro e degraus na cor da cabine.

Enquanto isso no estande da MAN, o destaque fica por conta do protótipo Constellation 33.440 Tractor. Este ano a marca é detentora do maior número de novidades durante a feira, totalizando 21 atrações. A nova família Delivery foi apresentada e ganhou um componente a mais, o novo e-Delivery, que já começa a operar nas ruas do país no próximo ano. O modelo, 100% elétrico e totalmente desenvolvido no Brasil, chega a uma autonomia de até 200 km e estará disponível nos modelos de 9 a 11 toneladas.

No estande da Ford, os olhos se voltaram para a tecnologia. Um boné capaz de despertar o motorista sonolento é uma das principais atrações da marca, este ano, na Fenatran. O Boné Alerta consegue interpretar os movimentos de cabeça do condutor, através de sensores e avisa quando ele está com sono para fazer uma parada para descanso.

Outra novidade é o protótipo Cargo Connect, caminhão com tecnologias de assistência ao motorista e conectividade que preparam os caminhões para a chegada dos veículos totalmente autônomos.

Para a Mercedes-Benz, o novo se une ao clássico e traz beleza e sofisticação, aliadas à tecnologia. A começar pelo topo de linha, a marca apresentou o novo Actros 2651 6×4. O caminhão extrapesado chega à Fenatran 2017 com uma nova grade frontal, que terá a mesma cor do caminhão, novo painel de instrumentos com novas funções e piloto automático, recurso que pode proporcionar economia de combustível de até 1%. O modelo também ganha uma série especial, baseada no clássico L-1111 da Mercedes-Benz. A versão ganha um design retrô dos clássicos caminhões com cabinas semi-avançadas das décadas de 1960 e 1970.

Para comemorar os 20 anos de existência, a Iveco apresentou edições especiais das linhas Daily e Hi-Way. Para agradar aos consumidores, a marca investiu em tecnologia e visual personalizado. Serão produzidas 20 unidades de cada modelo, numeradas e identificadas por uma inscrição na parte externa e placa de inox interna com os dizeres “Feito sob encomenda para (nome do proprietário ou transportadora)”.

Para a Scania, além de novos caminhões, o foco da marca para a Fenatran são os clientes. Com tecnologias que ajudam no pós-venda, além de acompanhamento dos motoristas, a Scania apresenta no Salão soluções para o dia-a-dia nas estradas. Entre elas está o inédito Programa de Manutenção com Planos Flexíveis, modalidade em que, por meio da conectividade, o veículo informa o momento ideal para fazer a manutenção. Existe também o novo Driver Services, que orienta o cliente por meio de um conjunto de ações focadas no condutor e dispõe de treinamento e coaching personalizado. Esse serviço pode diminuir em até 10% o consumo de combustível, segundo a montadora.

Já para a Peugeot, a principal novidade ficou por conta do Expert. A van foi apresentada oficialmente durante o Salão e chega importada do Uruguai. O modelo chega com motor 1.6 diesel HDi de 115 cv e 27,6 kgfm, com transmissão manual de seis velocidades. Além da versão furgão, com capacidade para três ocupantes, o novo Expert foi apresentado também na versão de passageiros, podendo levar até oito pessoas.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Brasil receberá investimentos de R$ 16 bilhões das montadoras de veículos

Brasil receberá investimentos de R$ 16 bilhões das montadoras de veículos

Retomada do mercado interno e salto nas exportações fazem montadoras apostarem no futuro do Brasil.

Com um indício de retomada do mercado interno e um grande salto nas exportações, oito fabricantes de veículos instaladas no Brasil anunciaram nos últimos meses investimentos que chegam a um total de R$ 16,35 bilhões até 2021.

Depois de 4 anos consecutivos de queda, entre 2013 e 2016, as vendas no Brasil voltaram a crescer. De janeiro a setembro deste ano, os emplacamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos subiram 7,4%, na comparação com o mesmo período de 2016.

De acordo com o novo presidente da Volkswagen do Brasil, o argentino Pablo Di Si, o mercado manterá ritmo de 8% a 10% ao ano até 2020, quando o total chegará 2,8 milhões de unidades – um resultado próximo ao registrado em 2008 e bem distante do recorde de 3,8 milhões de 2012.

Mas não é só esta expectativa que move as fabricantes. O verdadeiro motor da recuperação é a exportação, que saltou 55% neste ano e representa 28% da produção nacional, com recorde de 566 mil unidades até o mês passado.

Com isto, as linhas de montagem estão voltando a operar em um ritmo melhor e metade dos 12 mil funcionários que estavam com alguma restrição na jornada até julho já voltou ao trabalho. Algumas empresas contrataram mais empregados.

Veja para onde vão os investimentos:

  • General Motors – R$ 4,5 bilhões – R$ 3,1 bilhões para as fábricas de São Caetano do Sul (SP) e Joinville (SP), e R$ 1,4 bilhão na unidade de Gravataí (RS), que vai produzir um novo veículo. O valor faz parte de um investimento total de R$ 13 bilhões entre 2014 e 2020.
  • Volkswagen – R$ 2,6 bilhões – modernização da 1ª fábrica no Brasil, no ABC paulista, para produção de novos modelos, entre eles o Polo. Faz parte de um total de R$ 7 bilhões até 2020, anunciados no ano passado.
  • Scania – R$ 2,6 bilhões – desenvolvimento de novos produtos e atualização da fábrica em São Bernardo do Campo (SP) até 2020.
  • Mercedes-Benz Caminhões – R$ 2,4 bilhões – modernizar as unidades de São Bernardo do Campo (SP) e Juiz de Fora (MG) nos próximos cinco anos.
  • VW Caminhões e Ônibus (MAN) – R$ 1,5 bilhão – renovação de produtos, atualização da fábrica em Resende (RJ) entre 2017 e 2021.
  • Toyota – R$ 1 bilhão – atualização da unidade de Sorocaba (SP) para produzir o Yaris.
  • Volvo – R$ 1 bilhão – produtos e serviços da divisão de caminhões e ônibus.
  • Renault – R$ 750 milhões – R$ 350 milhões em uma nova fábrica para produção de blocos e cabeçotes de motores 1.6 e R$ 400 milhões para ampliação do complexo em São José dos Pinhais (PR).

Fonte: G1

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