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Plataforma de compartilhamento de carros tem 100 mil cadastrados

Plataforma de compartilhamento de carros tem 100 mil cadastrados

Após trabalhar em várias companhias, na última delas como diretora de desenvolvimento de negócios da Smiles, a administradora de empresas Tamy Lin criou, há um ano, a Moobie, plataforma de compartilhamento de carros de pessoas para pessoas. Esse tipo de negócio ainda é pouco explorado no País e algumas tentativas anteriores não deram certo. Mas Tamy aposta no crescimento da Moobie nos próximos anos “por ser uma operação digital, oferecer diversidade de carros e preços vantajosos em relação à locação”.

O mercado brasileiro está pronto para o compartilhamento de carros?

Creio que sim. Pesquisas mostram que muitas pessoas, principalmente jovens, não querem mais ter carro e o compartilhamento é uma opção vantajosa. E se a pessoa tem um carro que não usa o tempo todo, pode ganhar dinheiro com a locação.

Como funciona o serviço?

A pessoa preenche uma ficha no site e coloca seu carro disponível para locação. O interessado escolhe entre os modelos disponíveis e acerta diretamente com o dono preço, local e horário de retirada. No processo de inscrição, todos passam por checagem cuidadosa que uma equipe especializada faz para evitar fraudes ou outros problemas. O negócio é muito seguro. O valor da transação é descontado diretamente do cartão de crédito.

Quantas pessoas estão inscritas? Começamos em maio de 2017 com 35 mil e hoje temos mais de 100 mil cadastrados. Há 6 mil proprietários de veículos interessados em alugá-los, mas por enquanto temos 500 ativos. Muitos processos ainda estãoem andamento. Umdesafio é reduzir o desequilíbrio entre procura e oferta.

Quais veículos são aceitos?

Precisa ter no máximo dez anos, estar em boas condições e ter seguro – no caso apenas para não precisarmos fazer a vistoria física, pois a empresa tem seguro próprio para cobrir eventuais danos. Temos carros básicos e de luxo e até híbridos e adaptados para cadeirantes.

Qual a vantagem em relação à locadora?

Os preços são mais em conta, todo o processo é feito de forma digital, há uma variedade grande de modelos e flexibilidade para retirar e devolver o carro.

Qual a estrutura da empresa? Operamosem São Paulo, em várias cidades do interior do Estado eem Curitiba. Vamosexpandir gradualmente para outras capitais. Recebemos 20% do valor da locação e temos apoio de grupos de investidores. Temos 22 funcionários.

O ESTADO DE S. PAULO – ECONOMIA & NEGÓCIOS SP – 13/08/2018 – Pág. B2

Fonte: Fenabrave

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Rio Grande do Sul registra aumento na venda de carros com mais de quatro anos de uso

Rio Grande do Sul registra aumento na venda de carros com mais de quatro anos de uso

Negócios de veículos com quilometragem de quatro a oito anos de uso avançaram 22,4% no primeiro semestre
No grupo de seminovos e usados, a venda de automóveis de passeio e comerciais leves patinou no primeiro semestre no Rio Grande do Sul. De janeiro a junho, o Estado registrou a negociação de 394,3 mil veículos, aponta a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) — uma queda de 0,5% em relação a 2017.

Na soma de todos os segmentos, a venda de veículos usados com quilometragem de quatro a oito anos avançou 22,4% no primeiro semestre. Entre os veículos com nove a 12 anos, o crescimento foi de 33,9%. Já entre os com 13 anos ou mais, a alta alcançou 20,3%.

O desempenho dos carros seminovos, com até três anos de rodagem, provocou a queda geral: o percentual de venda caiu 54,7% no Estado. De acordo com o presidente da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores do Rio Grande do Sul (Agenciauto/Fenauto-RS), Rodrigo Dotto, a queda nas vendas de carros zero-quilômetro na crise afetou os seminovos.

— Como houve baixa nos negócios de carros zero-quilômetro durante a crise, o setor de seminovos ficou com menos matéria-prima disponível. A venda de carros novos ainda não aumentou no nível esperado. Por isso, houve queda nos seminovos, hoje escassos no mercado — avalia Dotto.

Além de automóveis de passeio e comerciais leves, o levantamento da Fenauto abrange comerciais pesados e motos.

— O atual momento é favorável para os usados. As pessoas não estão querendo gastar tanto. Esse crescimento deve ser mantido até o final do ano — projeta Dotto.

Fonte: Fenauto

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Transportadores urbanos apresentam propostas para a mobilidade sustentável

Transportadores urbanos apresentam propostas para a mobilidade sustentável

Ações integram documento lançado na abertura do Seminário Nacional NTU 2018, na capital paulista.

​A NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) lançou, na última quarta-feira (1º), o documento intitulado “Construindo Hoje o Novo Amanhã: Propostas para o Transporte Público e a Mobilidade Urbana Sustentável no Brasil”. Trata-se de uma carta às candidaturas eleitorais de 2018. A apresentação ocorreu durante a abertura do Seminário Nacional NTU 2018, que ocorre na capital paulista.

O presidente-executivo da NTU, Otávio Cunha, introduziu as proposições com um resumo dos desafios a serem enfrentados. “Nos últimos 24 anos, o setor perdeu 50,3% da demanda de passageiros. Seja pela baixa qualidade do serviço, seja pelo alto custo das tarifas, o serviço de ônibus deixou de ser atrativo às pessoas. Ele não consegue ser competitivo, perdeu espaço para o automóvel, para a moto, para o transporte sob demanda e para os deslocamentos a pé”, apontou.

A solução, detalhou Cunha, passa pelo compromisso do próximo governo com “uma única bandeira: transporte público com qualidade, transparência e preços acessíveis”. No documento, esses aspectos se desdobram em seis programas. Considerado emergencial, o primeiro deles trata da infraestrutura para a circulação de ônibus. A meta é implantar 10 mil quilômetros de corredores ou faixas exclusivas para esses veículos em quatro anos.
O segundo visa implementar padrões de qualidade que se traduzem na redução dos tempos de viagem, na regularidade do serviço e na criação de sistemas de acompanhamento dos veículos. Ainda dentro da ideia de qualidade, o terceiro programa tem o ambicioso objetivo de universalizar o transporte público por meio da redução das tarifas aos usuários. Trata-se de um esforço para recuperar passageiros.
O tema “transparência” é abordado pelo quarto programa e visa transmitir confiança para a sociedade. A ideia é oferecer aos passageiros informações claras sobre as receitas e os custos de operação e sobre o quanto dos recursos é reinvestido na melhoria do serviço. Para isso, será necessária uma ampla coleta de dados – operação que dependerá, em grande parte, da interface com os sistemas de bilhetagem.
A questão dos preços acessíveis é detalhada no quinto programa, cujo viés é a desoneração tributária da atividade. Além disso, propõe-se a contribuição do transporte individual motorizado para ajudar a financiar o transporte coletivo e o fortalecimento do vale-transporte. Em sua fala, Cunha Filho ressaltou, ainda, a necessidade de criar um fundo específico para o transporte público nos moldes dos que já existem para a educação e a saúde.
Por fim, foi dada ênfase à sexta proposição da carta, que enfatiza a manutenção da segurança jurídica dos contratos. Deseja-se, por exemplo, garantir a clareza dos editais de concessão dos serviços de transporte. A previsibilidade jurídica, segundo Cunha Filho, tem o condão de atrair investimentos para o setor e proporcionar um ambiente de negócios mais sadio.
Em um segundo momento do evento, durante o seminário “E Agora, Brasil? – Transporte Público”, organizado pelo jornal Folha de S.Paulo, foi a oportunidade de o setor conhecer um pouco sobre as propostas dos presidenciáveis. As candidaturas do MDB, PCdoB, PSDB e PT foram representadas, respectivamente, pelos especialistas Tarcísio Gomes de Freitas, Wagner Fajardo, Jurandir Fernandes e Jilmar Tatto. Em comum, as palestras revelaram a preocupação do futuro governo em desonerar o setor, sobretudo, em face das mudanças que virão a reboque da chamada quarta revolução industrial.

Fonte: CNT

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Em 2018, venda de veículos acumula alta de mais de 12%

Em 2018, venda de veículos acumula alta de mais de 12%

A venda de veículos no Brasil teve alta de 12,81% no acumulado do ano, de janeiro a julho, na comparação com o mesmo intervalo de meses de 2017, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgados nesta quarta-feira (1º).

No total do período, foram vendidos 1.998.245 veículos, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros. Apenas em julho, foram comercializados 306.721 unidades, com crescimento de 6,61% na comparação com o mês anterior, e 15,31% acima das vendas de julho do ano passado.

No segmento de automóveis e comerciais leves, a alta foi de 14,16%, na comparação com o acumulado de 2017, totalizando 1.335.746 unidades. Em julho, foram emplacadas 208.551 unidades, volume 6,92% superior ao de junho, e 16,63% a mais do que os emplacamentos de julho de 2017.

A média diária de vendas de automóveis e comerciais leves nos 22 dias úteis de julho foi de 9.480 unidades, 2,6% acima das 9.288 unidades de junho, que teve 21 dias úteis.

O mercado de caminhões manteve o ritmo de crescimento, somando 39.005 unidades nos sete primeiros meses deste ano, registrando 50,13% de avanço sobre os mesmos meses de 2017. Em julho, o segmento somou 6.666 unidades, 16,29% acima das vendas de junho e 47,35% a mais do que um ano antes.

FOLHA DE S.PAULO – MERCADO –  SP – 02/08/2018 – Pág. A17

Fonte: Fenabrave

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